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Dicas de Viagem #1: Rio de Janeiro

Submetido por em 14/04/2009 – 10:41 9 Comentários

Não há ninguém melhor do que um residente, para dar dicas preciosas sobre a cidade onde vive. Leia a seguinte entrevista onde Geo Euzebio (residente no Rio de Janeiro), a quem o VMB agradece desde já pela sua disponibilidade, dá dicas muito úteis para quem quiser conhecer o Rio de forma diferente e… de forma mais barata.

Se quiser dar umas dicas sobre a sua cidade, entre em contacto e terei todo o gosto em entrevistá-lo/a.

dicas-de-viagem-rio-de-janeiro

Apresentação da residente:

Georgiane Euzebio, 28 quase 29, historiadora que curte cinema, passeios aleatórios pela cidade, barzinho com os amigos, dançar e viajar barato.

Web: cineorly.wordpress.com
Twitter: twitter.com/geoeuzebio

Quais são para você os melhores lugares para comer bem e barato no Rio de Janeiro?

Pois é, sendo sincera, comer barato no Rio pra mim é sinônimo de comer mal. Como esta é uma cidade turística por excelência até os cardápios menos agradáveis são salgados pra bolsos curtos. Uma grande dica pra quem é fã de peixes e frutos do mar é visitar o Mercado São Pedro em Niterói há uns 10 minutos de caminhada da estação das barcas (aproveitando pra desfrutar também da travessia da Baía de Guanabara). Lá você pode escolher os peixes e frutos de sua preferência nas barracas que ficam no térreo do prédio – todos frescos – e depois é só subir as escadas e escolher um dos bares que em geral preparam aquilo que você compra na hora, cobrando um valor por isso bem menor do que um pedido normal. A cerveja é sempre gelada.

Outra dica são os petiscos: a melhor comida feita pelos cariocas são essas “especialidades de bar”, como caldinho de feijão, bolinho de bacalhau e afins. Na Lapa, o Bar do Gomes na Gomes Freire é o melhor ever.

Quais são na sua opinião os melhores alojamentos, tendo em consideração o preço, a localização e a qualidade?

Então, pratico muito a “hospedagem solidária”, tanto quando era eu a turista como agora que moro na cidade. Mas em Botofago, mais especificamente nas imediações da rua São Clemente, existe uma concentração de hostels interessantes, de boa qualidade e com preço razoável, além do acesso facilitado com um sem número de ônibus e uma estação de metrô a uma quadra. Pra quem pode pagar um pouco mais, procurar um hostel em Santa Tereza também é uma pedida.

Quais os lugares que sugere para os turistas visitarem e qual o preço?

Pra quem curte caminhadas na mata e vistas da cidade, indico o Morro da Catacumba que é um parque preservado com uma trilha interessantíssima e tranquila. No final dela o prêmio é uma super vista da cidade e é de graça. A localização é na fronteira entre Copacabana e o bairro da Lagoa.

Caminhar pelas ruas do centro histórico é garantia de ser transportado prós tempos do Brasil Império com todos aqueles prédios, igrejas e ruínas. Dá pra sentar um pouco nos bares do Arco dos Teles, próximo à Praça XV e tomar um suco pra depois seguir a caminhada pela Rua do Ouvidor até a Rua Gonçalves Dias, 32, e pegar uns doces portugueses na Confeitaria Colombo, fundada em 1894. O ambiente é todo decorado com toques da Belle Époque e Art Nouveau e segundo reza a lenda a confeitaria era point de gente como Chiquinha Gonzaga, Villa-Lobos e mais recentemente (ou nem tanto) Getúlio Vargas e Juscelino Kubitschek.

Programa obrigatório também é pegar o bondinho pra Santa Tereza no prédio da Petrobrás que fica no Largo da Carioca. A passagem custa 0,60 cents e a experiência é sem igual. Desça no Largo do Curvelo e vá até o Parque das Ruínas, que também proporciona uma vista incrível da Marina da Glória, do Pão de Açúcar, Centro e Baía de Guanabara. A entrada é free. Subindo um pouquinho mais você chega à Chacara do Céu, antiga residência do colecionador Raymundo Castro Maya. Inaugurada em 1957, a casa abriga um museu com cerca de 8 mil peças, entre pinturas, gravuras e esculturas. 500 delas ficam em exposição, incluindo quadros de Di Cavalcanti e Debret. Lá o ingresso custa entre R$ 2,00 e 5,00, não lembro bem. Depois é só ficar por lá mesmo e tomar um caldinho no Bar do Mineiro, próximo ao Largo dos Guimarães.

Prós cinéfilos a cidade sempre oferece uma vasta programação de filmes fora do circuito comercial como na Caixa Cultural que fica na Av. Alm Barroso (próximo à Cinelândia (R$ 2,00 meia e R$ 4,00 inteira) e no CCBB (os valores se repetem) que fica na Primeiro de Março, no Centro. E se você tiver sorte, outra boa pedida cinéfila é ir ao Cachaça Cinema Clube que acontece no Cine Odeon (na Cinelândia) uma vez por mês. Depois das sessões que costumam ser duplas, com filmes clássicos ou coisa da safra recente de diretores nacionais, rola uma degustação de cachaça e muito bate-papo pós sessão. R$ 10,00 a entrada.

Quais os melhores locais nocturnos de diversão?

A noite na Lapa é garantia de conhecer pessoas e também de poder transitar por diferentes lugares de uma tacada só, já que o bairro abriga desde boates (como o Cine Lapa) e barzinhos (O clássico Arco-Íris, o Bar do Gomes e a Casa da Cachaça), até pizzarias (Pizzaria Guanabara) e casas de show (Circo Voador e Fundição Progresso, onde rolam shows nacionais e gringos). Quase todos os lugares que citei ficam localizados na extensão da Rua Mem de Sá, mais conhecida como aquela que passa em baixo do Arcos da Lapa e os preços também acompanham a variedade dos bolsos. Além de ser famoso pela fama boêmia a Lapa é realmente um microcosmo do mundo Rio de Janeiro onde você pode encontrar gente de todos os bairros, cores, e nacionalidades. Uma verdadeira feijoada cultural.

Pra quem curte dançar, A Casa da Matriz (Rua Henrique Novais, 107, Botafogo.) aos sábados lota: (Homem: R$ 22,00/ Mulher R$ 18,00 a inteira) tem uma pista nacional e outra com os hits da gringa e fliperama liberado.

Quais as dicas para poupar dinheiro que quer aqui deixar para todos os turistas que visitem o Rio de Janeiro?

Aproveitem aquilo que a cidade tem de melhor e mais barato: As praias, (e o pôr-do-sol no Arpoador é imperdível, assim como uma passadinha no Forte de Copacana cujo valor da entrada é menor do que o valor da vista) e os museus (Museus de Belas Artes, MAM, CCBB). Sempre converse com alguém que vive ou já viveu na cidade pra não gastar com programas badalados que já não valem mais a pena.

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